Amigadrasta
Eu sou madrasta. E ser madrasta é sempre complicado, principalmente quando sua enteada é uma garota de 15 anos: a famosa (primeira) fase dos hormônios loucos. Precisa haver respeito e, se você tiver abertura, é bom tentar se aproximar do rebento do amado. Mas é importante cuidar para não fazê-lo como se fosse A TIA TENTANDO SER AMIGUINHA. Tem que ser honesto e com jeito. Aconteceu que no dia dos pais eu convidei a Manuela, filha do marido, para cozinharmos juntas o almoço para o seu pai. Manú não cozinhava nada. Então levamos o som, ligado na Eldorado ou Jovem Pan (FM’s do gosto de Manuela), e ficamos nos divertindo na cozinha enquanto eu orientava a enteada junto às panelas: uma forma de criar mais intimidade e fazer a mocinha se habituar à lida doméstica, coisa que pouco lhe interessa. Fiz alguns vídeos da função, sempre com o cuidado de mostra-la com a mão na massa. O resultado foi uma edição simples, mas que dá a entender que a refeição foi toda preparada pela Manuela. Um presente para o pai e para nossa relação:




















